segunda-feira, 7 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
OFICINA
A oficina trabalhada nos proporcionou um verdadeiro mergulho no texto. Iniciamos com a leitura deleite e fizemos a apreciação da mesma, na qual tivemos a participação dos professores cursistas. Socializamos o avançando na prática com comentário, avaliação e sugestão dos demais cursistas.
No desenvolvimento das atividades realizamos uma dinâmica de grupo onde os participantes puderam construir um texto coletivo acerca do assunto abordado. Socializamos os trabalhos, avaliamos a oficina e encaminhamos a lição de casa.
No desenvolvimento das atividades realizamos uma dinâmica de grupo onde os participantes puderam construir um texto coletivo acerca do assunto abordado. Socializamos os trabalhos, avaliamos a oficina e encaminhamos a lição de casa.

L E I T U R A
É um processo de interlocução entre leitor-autor, intermediado pelo texto.
(Geraldi, 2006)
Processo através do qual o leitor decifra os sinais e dá sentido a eles.
(Kleiman,2007)
É um processo de seleção que se dá como um jogo, com avanços para as predições, recuos para correções.
(Marisa Lajolo, 1982)
OFICINA
Na continuidade do TP4 tivemos o estudo da unidade 14 onde “amarramos” as unidade 13 através de slides e, por conseguinte, assistimos ao vídeo: O que acontece quando lemos. Logo após tivemos a partilha do assunto estudado. Houve, também, a socialização dos trabalhos da lição de casa e a divisão dos grupos para o desenvolvimento da unidade 14.
Ressaltamos que foi bastante proveitoso, pois superou todas as dúvidas anteriores em relação às unidades já estudadas como: gêneros textuais, tipos textuais, domínio discursivo, dentre outros.
Ressaltamos que foi bastante proveitoso, pois superou todas as dúvidas anteriores em relação às unidades já estudadas como: gêneros textuais, tipos textuais, domínio discursivo, dentre outros.
OFICINA
No desenvolvimento da oficina a turma dividiu-se em grupos e cada grupo trabalhou um tema:
• O que e letramento
• O letramento e a diversidade
• Conhecimento prévio
• Ampliando nossas referências.
Ao concluírem os trabalhos cada grupo socializou suas atividades contando com atenção e respeito por parte dos demais.
Depois de uma avaliação da realização dos trabalhos foi feito o encaminhamento necessário para o próximo trabalho encerrando assim mais uma oficina do GESTAR II.
• O que e letramento
• O letramento e a diversidade
• Conhecimento prévio
• Ampliando nossas referências.
Ao concluírem os trabalhos cada grupo socializou suas atividades contando com atenção e respeito por parte dos demais.
Depois de uma avaliação da realização dos trabalhos foi feito o encaminhamento necessário para o próximo trabalho encerrando assim mais uma oficina do GESTAR II.
O Que é Letramento? Magda Soares
Letramento não é um gancho
em que se pendura cada som enunciado,
não é treinamento repetitivo
de uma habilidade,
nem um martelo
quebrando blocos de gramática.
Letramento é diversão
é leitura à luz de vela
ou lá fora, à luz do sol.
São notícias sobre o presidente
o tempo, os artistas da TV
e mesmo mônica e cebolinha
nos jornais de domingo.
É uma receita de biscoito,
uma lista de compras, recados colados na geladeira,
um bilhete de amor,
telegramas de parabéns e cartas
de velhos amigos.
É viajar para países desconhecidos,
sem deixar sua cama,
é rir e chorar
com personagens, heróis e grandes amigos.
É um atlas do mundo,
sinais de trânsito, caças ao tesouro,
manuais, instruções e guias,
e orientações em bulas de remédios,
para que você não fique perdido.
Letramento é, sobretudo,
um mapa do coração do homem,
um mapa de quem você é,
de tudo o que você pode ser.
em que se pendura cada som enunciado,
não é treinamento repetitivo
de uma habilidade,
nem um martelo
quebrando blocos de gramática.
Letramento é diversão
é leitura à luz de vela
ou lá fora, à luz do sol.
São notícias sobre o presidente
o tempo, os artistas da TV
e mesmo mônica e cebolinha
nos jornais de domingo.
É uma receita de biscoito,
uma lista de compras, recados colados na geladeira,
um bilhete de amor,
telegramas de parabéns e cartas
de velhos amigos.
É viajar para países desconhecidos,
sem deixar sua cama,
é rir e chorar
com personagens, heróis e grandes amigos.
É um atlas do mundo,
sinais de trânsito, caças ao tesouro,
manuais, instruções e guias,
e orientações em bulas de remédios,
para que você não fique perdido.
Letramento é, sobretudo,
um mapa do coração do homem,
um mapa de quem você é,
de tudo o que você pode ser.
OFICINA
Identificamos com a acolhida que, como nas outras oficinas, foi um momento caloroso onde todos se sentiram bem aceitos e refletiram sobre o texto (slide) “A Lista do cantor e compositor Osvaldo Montenegro”. Após a partilha do texto houve a retomada do trabalho anterior seguida do relato a respeito da Lição de Casa onde a riqueza dos trabalhos desenvolvidos pelos cursistas em sua sala de aula nos foi muito proveitosa com exposição das dificuldades e dos avanços vividos por todos.
OFICINA
Iniciamos com a acolhida e logo após foi realizada uma dinâmica de descontração. Na sequencia tivemos a socialização do avançando na prática e logo após teve o início dos trabalhos das seções 1, 2 e 3. Na oportunidade nos detemos na intertextualidade entre gêneros textuais.
Na conclusão da oficina foi realizada a avaliação da mesma e o norteamento para o próximo encontro.
Na conclusão da oficina foi realizada a avaliação da mesma e o norteamento para o próximo encontro.
OFICINA
Como as demais oficinas fizemos a acolhida e slide mensagem. Prosseguindo os trabalhos tivemos os estudos das seções 1, 2 e 3. Na oportunidade nos aprofundamos nas sequências tipológicas:
São trechos de um texto que apresentam um certo padrão de organização das estruturas linguísticas. Um mesmo texto geralmente apresenta diferentes sequências. (TP 3, p. 99). A caracterização se dá pela predominância.
Tendo como culminância a socialização dos trabalhos, avaliação da oficina e encaminhamento para o próximo encontro,
São trechos de um texto que apresentam um certo padrão de organização das estruturas linguísticas. Um mesmo texto geralmente apresenta diferentes sequências. (TP 3, p. 99). A caracterização se dá pela predominância.
Tendo como culminância a socialização dos trabalhos, avaliação da oficina e encaminhamento para o próximo encontro,
OFICINA

Os cursitas foram acolhidos com muito ardor e foi assistida a mensagem sobre “o amigo”.
Na seqüência tivemos uma conversa informal, onde relembramos a unidade 9 da TP3 que tratava dos gêneros textuais. Foi realizada a socialização dos trabalhos com bastante presteza, e a explanação se deu sobre as dificuldades encontradas no processo de operacionalização das atividades propostas do TP3 – Unidade 9, como os alunos reagiram ao vivenciar atividades de caráter dinâmico e reflexivo, entre outros.
Na continuidade fizemos os estudos dos gêneros literários e não literários; os grupos foram divididos, onde estudaram as seções 1, 2, 3 da unidade 10 TP3 e logo após realizada socialização.
Realizamos a avaliação da oficina e foram feitos os encaminhamentos: Lição de casa – escolha de uma atividades das Unidades 9 e 10 ( avançando na prática).
CHAPEUZINHO AMARELO
Era achapeuzinho amarelo.
Amarelada de medo.
Tinha medo de tudo,aquela chapeuzinho.
Já não ria.
Em festa não aparecia.
Não subia escada,
Nem descia.,
Não estava resfriada,
mas tossia.
Ouvia conto de fada e estremecia.
Não brincava mais de nada,
nem amarelinha.
Tinha medo de trovão.
Minhoca,pra ela,era cobra.
E nunca apanhava sol,
porque tinha medo de sombra.
Não ia pra fora pra não se sujar.
Não tomava banho pra não descolar.
Não falava nada pra não engasgar.
Não ficava em pé com medo de cair.
Então vivia parada,
deitada ,mas sem dormir,
com medo de pesadelo.
Era a chapeuzinho amarelo.
Chico Buarque de Holanda.
Amarelada de medo.
Tinha medo de tudo,aquela chapeuzinho.
Já não ria.
Em festa não aparecia.
Não subia escada,
Nem descia.,
Não estava resfriada,
mas tossia.
Ouvia conto de fada e estremecia.
Não brincava mais de nada,
nem amarelinha.
Tinha medo de trovão.
Minhoca,pra ela,era cobra.
E nunca apanhava sol,
porque tinha medo de sombra.
Não ia pra fora pra não se sujar.
Não tomava banho pra não descolar.
Não falava nada pra não engasgar.
Não ficava em pé com medo de cair.
Então vivia parada,
deitada ,mas sem dormir,
com medo de pesadelo.
Era a chapeuzinho amarelo.
Chico Buarque de Holanda.
OFICINA
Apresentação de slide mensagem e inicio das explanações das Unidades 9 e 10 da TP3 com mostragem de slides contendo conteúdos acerca dos gêneros textuais, especificando os poéticos.
Os trabalhos foram realizados em grupos com divisão através de gravuras dadas de acordo com a fábula da formiga; após estudos das seções um relator transmitiu os estudos realizados pela equipe.
Realizamos avaliação da oficina II e logo após foram dados os encaminhamentos para casa: atividades da Unidade 9 do caderno AAA – 3 (pp. 13-35)
Os trabalhos foram realizados em grupos com divisão através de gravuras dadas de acordo com a fábula da formiga; após estudos das seções um relator transmitiu os estudos realizados pela equipe.
Realizamos avaliação da oficina II e logo após foram dados os encaminhamentos para casa: atividades da Unidade 9 do caderno AAA – 3 (pp. 13-35)
CONTRAFÁBULA DA CIGARRA E DA FORMIGA

A formiga passava a vida naquela formigação, aumentando o rendimento da sua capita e dizendo que estava contribuindo para o crescimento do Produto Nacional Bruto. Na trabalheira do investimento, sempre consultando as cotações da Bolsa, vendendo na alta e comprando na baixa, sempre atenta aos rateios e às subscrições. Fechava contratos em Londres já com um pé no Boeing para Frankfurt ou Genebra, para verificar os dividendos de suas contas numeradas.
Mas vivia também roendo–se por dentro ao ver a cigarra, com quem estudara no ginásio, metida em shows e boates, sempre acompanhada de clientes libidinosos do Mercado
Comum.
E vivia a formiga a dizer por dentro:
– Ah, ah! No inverno, você há de aparecer por aqui a mendigar o que não poupou no verão! E vai cair dura com a resposta que tenho preparada para você!
Ruminando sua terrível vingança, voltava a formiga a tesourar e entesourar investimentos e lucros, incutindo nos filhos hábitos de poupança, consultando advogados e tomando vasodilatadores.
Um dia, quando voltava de um almoço no La Tambouille com os japoneses da informática, encontrou a cigarra no shopping Iguatemi, cantarolando como de costume.
Lá vem ela dar a sua facada, pensou a formiga. “Ah, ah, chegou a minha vez!”
Mas a cigarra aproximou-se só querendo saber como estava ela e como estavam todos
no formigueiro.
A formiga, remordida, preparando o terreno para sua vingança, comentou:
– A senhora andou cantando na tevê todo este verão, não foi, dona Cigarra?
– É claro! – disse a cigarra. – Tenho um programa semanal.
– Agora no inverno é que vai ser mau – continuou a formiga com toda maldade na
voz. – A senhora não depositou nada no banco, não é?
– Não faz mal. Os meus discos não saem das paradas. E acabei de fechar um contrato
com o Olympia de Paris por duzentos mil dólares...
– O quê?! – exclamou a formiga. – A senhora vai ganhar duzentos mil dólares no inverno?
– Não. Isso é só em Paris. Depois, tem a excursão a Nova York, depois Londres, depois Amsterdam...
Aí a formiga pensou no seu trabalho, nas suas azias, na sua vida terrivelmente cansativa e nas suas ameaças de enfarte, enquanto aquela inútil da cigarra ganhava tanto cantando e se divertindo! E perguntou:
– Quando a senhora embarca para Paris?
– Na semana que vem...
– E pode me fazer um favor? Quando chegar a Paris, procure lá um tal La Fontaine. E diga-lhe que eu quero que ele vá para o raio que o parta!
Adaptação feita por Pedro Bandeira do texto do escritor português Antônio A. Batista.
OFICINA
A oficina teve inicio ás 8:00h com acolhida dos professores cursistas e apresentação da formadora. Na continuidade foi passado um slide mensagem.
Realizamos uma técnica de apresentação, na qual os professores cursistas confeccionaram um crachá desenhando algo relacionado a vida de cada um e na continuidade a exposição do significado dos desenhos. Ocorreu a exposição do material do gestar II e explicação do mesmo.
Na apresentação do slide do guia geral, foram divididos os grupos, onde utilizamos a dinâmica com cartões com desenhos de: formiga, cigarra, folha, viola e microfone para estudo das seções; e ao retornar um redator fazia a explanação das seções com cartazes. O slide mensagem foi partilhado e tivemos a socialização dos trabalhos que foram apresentados com grande clareza.
Ao término da oficina I foi realizada a avaliação da mesma, na qual os professores cursistas colocaram as suas conclusões. Os encaminhamentos da próxima oficina foram aplicados, tais como: ler e responder as atividades da Unidade 9 (p. 13 – 47) e Unidade 10 (páginas 55 – 88) do caderno TP3 (gêneros e tipos textuais).
Realizamos uma técnica de apresentação, na qual os professores cursistas confeccionaram um crachá desenhando algo relacionado a vida de cada um e na continuidade a exposição do significado dos desenhos. Ocorreu a exposição do material do gestar II e explicação do mesmo.
Na apresentação do slide do guia geral, foram divididos os grupos, onde utilizamos a dinâmica com cartões com desenhos de: formiga, cigarra, folha, viola e microfone para estudo das seções; e ao retornar um redator fazia a explanação das seções com cartazes. O slide mensagem foi partilhado e tivemos a socialização dos trabalhos que foram apresentados com grande clareza.
Ao término da oficina I foi realizada a avaliação da mesma, na qual os professores cursistas colocaram as suas conclusões. Os encaminhamentos da próxima oficina foram aplicados, tais como: ler e responder as atividades da Unidade 9 (p. 13 – 47) e Unidade 10 (páginas 55 – 88) do caderno TP3 (gêneros e tipos textuais).
A CIGARRA E A FORMIGA

Era uma vez uma cigarra que vivia saltitando e cantando pelo bosque, sem se preocupar com o futuro. Esbarrando numa formiguinha, que carregava uma folha pesada, perguntou:
- Ei, formiguinha, para que todo esse trabalho? O verão é para gente aproveitar! O verão é para gente se divertir!
- Não, não, não! Nós, formigas, não temos tempo para diversão. É preciso trabalhar agora para guardar comida para o inverno.
Durante o verão, a cigarra continuou se divertindo e passeando por todo o bosque. Quando tinha fome, era só pegar uma folha e comer.
Um belo dia, passou de novo perto da formiguinha carregando outra pesada folha.
- Deixa esse trabalho para as outras! Vamos nos divertir. Vamos, formiguinha, vamos cantar! Vamos dançar!
A formiguinha gostou da sugestão. Ela resolveu ver a vida que a cigarra levava e ficou encantada. Resolveu viver também como sua amiga.
Mas, no dia seguinte, apareceu a rainha do formigueiro e, ao vê-la se divertindo, olhou feio para ela e ordenou que voltasse ao trabalho. Tinha terminado a vidinha boa.
A rainha das formigas falou então para a cigarra:
- Se não mudar de vida, no inverno você há de se arrepender, cigarra! Vai passar fome e frio.
A cigarra nem ligou, fez uma reverência para rainha e comentou:
- Hum!! O inverno ainda está longe, querida!
Para cigarra, o que importava era aproveitar a vida, e aproveitar o hoje, sem pensar no amanhã. Para que construir um abrigo? Para que armazenar alimento? Pura perda de tempo.
Certo dia o inverno chegou, e a cigarra começou a tiritar de frio. Sentia seu corpo gelado e não tinha o que comer. Desesperada, foi bater na casa da formiga.
Abrindo a porta, a formiga viu na sua frente a cigarra quase morta de frio.
Puxou-a para dentro, agasalhou-a e deu-lhe uma sopa bem quente e deliciosa.
Naquela hora, apareceu a rainha das formigas que disse à cigarra: - No mundo das formigas, todos trabalham e se você quiser ficar conosco, cumpra o seu dever: toque e cante para nós.
Para cigarra e paras formigas, aquele foi o inverno mais feliz das suas vidas.
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